SINISTER VINYL COLLECTION: GILBERTO GIL E JORGE BEN – GIL E JORGE (1975)

Artista: Gilberto Gil e Jorge Ben

País: Brazil

Álbum: Gil e Jorge

Ano de lançamento: 1975

Músicos: Jorge Ben (vocal e violão) e Gilberto Gil (vocal e violão), com participações de Djalma Corrêa (percussão) e Wagner (contrabaixo).  

Produção: Paulinho Tapajós e Perinho Albuquerque

Capa / fotos: Lobianco / Luiz Garrido

Nota: O álbum foi lançado originalmente em 1975 com o título Gil e Jorge – Ogum Xangô, numa edição dupla com faixas mais longas (cerca de 77 minutos de jam session) e com outra capa (veja aqui). O disco aqui postado é a versão compacta que saiu em volume único, com as faixas editadas e cortadas pela metade.

Gênero: MPB / Samba / Samba Soul / Samba-Rock / Pop Psicodélico

Selo: Philips

Prensagem: Brazil 

Lado A: 01. Meu Glorioso São Cristovão / 02. Nega / 03. Jurubeba / 04. Quem Mandou (Pé na Estrada)

Lado B: 01. Taj Mahal / 02. Morre o Burro, Fica o Homem / 03. Essa é Pra Tocar no Rádio / 04. Filhos de Gandhi / 05. Sarro

GILBERTO GIL E JORGE BEN – MEU GLORIOSO SÃO CRISTOVÃO

GILBERTO GIL E JORGE BEN – NEGA

GILBERTO GIL E JORGE BEN – JURUBEBA

GILBERTO GIL E JORGE BEN – QUEM MANDOU (PÉ NA ESTRADA)

GILBERTO GIL E JORGE BEN – TAJ MAHAL

GILBERTO GIL E JORGE BEN – MORRE O BURRO, FICA O HOMEM

GILBERTO GIL E JORGE BEN – FILHOS DE GANDHI

GILBERTO GIL E JORGE BEN – FILHOS DE GANDHI

8 thoughts on “SINISTER VINYL COLLECTION: GILBERTO GIL E JORGE BEN – GIL E JORGE (1975)

  1. Grande Marcão…Finalmente achei teu blog de novo…Cara, eu tinha esquecido o endereço e agora, do nada, surgiu na minha cabeça…Bom, já salvei em favoritos pra não ter mais problemas…No mínimo, pra pegar dicas de boa música como essa parceria Gil/Jorge Ben, sonzera da melhor qualidade…
    Abs

  2. Grande Tuí, meu brother!
    Classe A ler um comentário seu aqui no Sinister.
    Pô, esse disco do Gil e do Jorge Ben é maior viagem… soltaram os caras no estúdio e a dupla mandou ver numa jam cabulosa, mostrando perfeita sintonia de som e de espírito. Muito loco!
    Ah, depois dá uma passada nos discos do Dom Salvador que eu postei aqui no blog. Da última vez que você esteve em casa, fiquei devendo o vídeo dele com o grupo Abolição tocando “Uma Vida” com participação da Elis Regina. Lembra? Pois é, então vai lá e veja só que coisa linda… pode chorar que ninguém tá vendo. hehe
    Velhão, quando quiseres postar qualquer comentário aqui no blog, fica à vontade que a casa é sua, tá certo. E quando tu vieres aqui pra Sampa, me avisa que a gente marca uma cervejada e coloca o bate-papo em dia… VAI PALESTRA!! hehe
    Abração

  3. GRANDE MARCO – BOM DIA – AGORA CHEGAMOS NAQUELE QUE PRA MIM É UM DOS 05 MAIORES DISCOS JA GRAVADOS NO BRASIL – POUCOS CHEGARAO A ESTE ENTENDIMENTO – MAS A CARGA EMOCIONAL SOMADA AO PURO INSTINTO DOS MUSICOS FAZEM COM QUE CADA MURMURIO, CADA CORDA DE VIOLÃO ESCAPADA DURANTE UM SOLO – CAUSAR ARREPIOS NA ALMA – UM AUTENTICO MANTRA – UMA LOUVAÇÃO – SALVE JORGE SALVE GIL – OGUM XANGO – MEU GLORIOSO SÃO CRISTOVÃO OS GUARDE POR MAIS E MAIS ANOS –
    GRANDE ABRAÇO
    (COM OS OLHOS RASOS D´AGUA)
    HERNANI VALOZ

  4. Sensacional seu comentário, Hernani. Agora fiquei curioso em saber quais são os outros 4 discos que você considera como “os maiores discos já gravados no Brasil”. Se você ler o meu comentário e puder dar o seu Top 5, maravilha!
    Valeu mais uma vez!
    Abraço

  5. MEU NOBRE “BOLHA” – NÃO FAÇA ISTO COMIGO – TU SABES BEM QUE O BURACO É MAIS FUNDO DO QUE SE POSSA IMAGINAR – EU POSSO SER EXTERMINADO OU LINCHADO EM PRAÇA PUBLICA – JÁ PENSOU ? – MAS VOU DEIXAR MEU ROSTO PRA BATER – AS VEZES “UM TAPINHA NÃO DOI” –
    VAMOS A CHACINA:
    ( A ORDEM NÃO ALTERA OS FATORES – OK – )

    GIL E JORGE – OGUM XANGO – UM MANTRA –
    JOÃO GILBERTO GIL CAETANO BETHANIA – BRASIL – É DE CHORAR –
    NOVOS BAIANOS – ACABOU CHORARE – APESAR DE TODA BABAÇÃO AINDA É E SEMPRE SERÁ –
    SECOS E MOLHADOS – SANGUE LATINO – UM MARCO –
    CARTOLA – CARTOLA 74 – SIMPLISMENTE DIVINO –
    ME DESCULPE SE DECEPCIONO – MAS NESTE MOMENTO A PAIXÃO BATEU NO FUNDO –
    GRANDE ABRAÇO
    H VALOZ

  6. Tá certo, Hernani. Bom, você foi corajoso pacas e mandou bem nas escolhas, mas eu não me atreveria a fazer esse Top 5 nem a pau, pois minha consciência não me deixaria mais dormir em paz hehe. Dos discos citados por usted, eu tenho todos em vinil e quase todos em CD também (menos o Brasil). Todos plays fantásticos… o primeiro do Secos & Molhados é antológico, o Acabou Chorare é obra-prima, os discos do Cartola são geniais… enfim, Top 5 da hora. Valeu, brother!
    Abraço

  7. MEU NOBRE – ESSAS QUESTOES SÃO COMPLICADAS – VEJA SÓ – QUANTAS PESSOAS CONHECEM – TEM – E OUVEM – “FIVE DAY WEEK STRAW PEOPLE – QUEM COLOCARIA NA SACOLA O DISCO DO “DEMON FUZZ” E LEVARIA PRO MEIO DO NADA – EU SEI – SAO APENAS “CLARÕES” – NÃO QUE O ARREPENDIMENTO NÃO BATA EM RELAÇÃO A CERTOS DISCOS QUE VOCE ACABA NÃO CITANDO – MAS TALVES SEJA UMA FORMA DE ACENDER A FOGUEIRA DE OUTRAS PESSOAS – NA SUA RELAÇAO DOS 10 – EU FIQUEI PENSANDO: E OS “PATTOS” ? – JOBIN/SINATRA ? – PUTZ – É TANTA COISA…
    MAS QUE BOM QUE A COISA TA VALENDO.
    VIDA LONGA
    GRANDE ABRAÇO
    HERNANI VALOZ

  8. É vero, meu caro Hernani, é vero. Bom, eu levaria na sacola o Demon Fuzz, o Five Day, os Pattos e lá no meio do nada eu estaria abastecido de boa música por um bom tempo hehe. Acho que nos dias de hoje, só não conhece essas bandas mais obscuras quem não estiver a fim de pesquisar. Com a internet no pedaço, qualquer pessoa pode sair do marasmo sonoro que impera na grande mídia e partir para novas descobertas musicais… depende só dela, não é mesmo?
    E essas listas são muito complicadas. Como eu disse na entrevista, essas escolhas vão muito do momento, podem indicar nossos discos de estimação, mas podem também sugerir aquilo que estamos escutando atualmente com maior regularidade, e aí podemos incluir um lançamento ou uma nova descoberta. Hoje, por exemplo, se eu estivesse indo pro meio do nada (rs), com certeza não deixaria de levar pra lá recentes aquisições que não páro de escutar como o Band of Angels do guitarrista Alan Parker, o Pure Music do Chase (do trompetista Bill Chase) ou o homônimo de 1972 do combo Edward Bear. Nosso status bolha dá um salto de qualidade quando nos deparamos com belezinhas desse naipe pelos caminhos da vida… ô beleza! Valeu, Hernani!
    Abraço

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