SINISTER VINYL COLLECTION: CHARLES MINGUS – OH YEAH (1962)

Artista: Charles Mingus

País: United States 

Álbum: Oh Yeah

Ano de gravação / lançamento: 1961 / 1962

Músicos: Charles Mingus (piano acústico e vocais), Doug Watkins (contrabaixo acústico), Roland Kirk (flauta, sirene, sax tenor, manzello e strich), Booker Ervin (sax tenor), Jimmy Knepper (trombone) e Dannie Richmond (bateria).

Produção: Nesuhi Ertegun

Capa: Loring Eutemey

Gênero: Jazz / Bebop / Hard Bop / Post Bop / Avant-Garde Jazz

Selo: Atlantic / 1377

Prensagem: United States 

Lado A: 01. Hog Callin’ Blues / 02. Devil Woman / 03. Wham Bam Thank You Ma’am

Lado B: 01. Ecclusiastics / 02. Oh Lord Don’t Let Them Drop That Atomic Bomb on Me / 03. Eat That Chicken / 04. Passions of a Man

CHARLES MINGUS – HOG CALLIN’ BLUES

CHARLES MINGUS – DEVIL WOMAN

CHARLES MINGUS – WHAM BAM THANK YOU MA’AM

CHARLES MINGUS – ECCLUSIASTICS

CHARLES MINGUS – OH LORD DON’T LET THEM DROP THAT ATOMIC BOMB ON ME

CHARLES MINGUS – EAT THAT CHICKEN

CHARLES MINGUS – PASSIONS OF A MAN

2 Responses to SINISTER VINYL COLLECTION: CHARLES MINGUS – OH YEAH (1962)

  1. Fala brother!
    Tenho escutado esse “Oh Yeah” direto nas últimas semanas(inclusive, a primeira vez que vi esse álbum foi aqui no Sinister, em uma das fotos de sua entrevista). Discaço, um clima exótico, vocais cheios de emoção e Mr.Mingus mostrando que também é um pianista de responsa. A capa(com a representação visual de cada faixa) também é um barato. Tenho apenas em mp3, quero descolar a versão original. Também está pra chegar aqui o “The Clown” em cd, que é outra maravilha.
    E aproveitando, o que vc me indica de bandas “recentes” que seguem as trincheiras do jazz mais free e vanguardista? manda bala, porque tu manja.
    Abraço.

  2. sinistersaladmusikal diz:

    Fala Lucas!
    Oh Yeah e The Clown são dois discaços e só comprovam que Charles Mingus era um compositor pra lá de original, além de ser um músico de mão cheia. E não discuto com aqueles que dizem que “nenhuma obra jazzística seja tão reveladora do ser humano que a criou, como a de Charles Mingus”. O cara era casca grossa, saia na porrada até mesmo com membros da sua banda, mas também era delicado e gentil com os amigos mais próximos. Todo esse ímpeto “mezza selvagem, mezza dócil” pode ser pressentido nas diversas composições que ele deixou em seu legado. Sem dúvidas, Mingus foi e sempre será um dos maiores nomes da história do jazz.
    Brother, não faz muito tempo que fiz umas consultas na internet e acabei encontrando algumas novas bandas de free jazz bem bacanas. Entre as novas descobertas, destaque para os combos americanos The Vandermark 5, Spaceways Incorporated, Mostly Other People Do The Killing, Adam Lane’s Full Throttle Orchestra e The Flying Luttenbachers, este último com uma verve mais experimental. Em países nórdicos como a Noruega ou a Suécia, por exemplo, também existem ótimos grupos de jazz vanguardista como Powerhouse Sound, The Thing e Scorch Trio. Até do outro lado do mundo tem um pessoal mandando bem, como é o caso dos japorongas do Otomo Yoshihide’s New Jazz Quintet. No YouTube você encontra vídeos dessa turma toda. Como usted é um cara que manja, com certeza vai se amarrar. Manda ver e depois me conta o que você achou das dicas sinistras!
    Abração

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