SINISTER VINYL COLLECTION: THELONIOUS MONK – UNDERGROUND (1968)

Artista: Thelonious Monk

País: United States 

Álbum: Underground

Ano de gravação / lançamento: 1967 e 1968 / 1968

Músicos: Thelonious Monk (piano), Charlie Rouse (sax tenor), Larry Gales (contrabaixo), Ben Riley (bateria) e Jon Hendricks (vocal / fx. B3).

Produção: Teo Macero

Capa: John Berg e Dick Mantel (design) + Steve Horn e Norm Griner (foto).

Gênero: Jazz / Hard Bop / Bebop / Post-Bop

Selo: Columbia / CS 9632

Prensagem: United States 

Lado A: 01. Thelonious / 02. Ugly Beauty / 03. Raise Four / 04. Boo Boo’s Birthday

Lado B: 01. Easy Street / 02. Green Chimneys / 03. In Walked Bud

THELONIOUS MONK – THELONIOUS

THELONIOUS MONK – UGLY BEAUTY

THELONIOUS MONK – UGLY BEAUTY (1968)

THELONIOUS MONK – RAISE FOUR

THELONIOUS MONK – BOO BOO’S BIRTHDAY

THELONIOUS MONK – EASY STREET

THELONIOUS MONK – GREEN CHIMNEYS

THELONIOUS MONK – IN WALKED BUD

2 Responses to SINISTER VINYL COLLECTION: THELONIOUS MONK – UNDERGROUND (1968)

  1. Lucas Jeison diz:

    E aí Marco, como vai meu amigo?
    Esse disco é sensacional, gosto pacas. Aliás, o Thelonious Monk era o cara e tem vários discos recomendáveis. E as capas são um espetáculo a parte- essa é uma das minhas favoritas de todos os tempos. E esses tempos achei em um supermercado o dvd “Straight,no chaser”, um doc muito bacana sobre o pianista(com produção do Clint Eastwood.)
    É isso aí, o Sinister continua muito classe. Tu Manja.
    Abraço.

  2. sinistersaladmusikal diz:

    Grande Lucas!
    Pois é, brother! Enquanto vivo, Mr. Thelonious Monk nunca foi unanimidade, e mesmo nos dias de hoje, ainda há aqueles puristas que não o levam muito a sério. O fato é que os chapéus esquisitos que usava, o seu jeito de cutucar teclas relapsas e por vezes dissonantes, e toda a excentricidade do seu ser – maior barato era quando em meio a algumas apresentações com os seus grupos, Monk se levantava do piano e encarnava uma dança estranha e pra lá de desengonçada – são fatores que traçaram definitivamente a personalidade do “Crazy Monk” perante ao público, à crítica e aos músicos em geral. Pra mim, um dos grandes mitos do jazz.
    E a capa do Underground é sensacional. Provocativa pacas, mostra Monk como um combatente da Resistência Francesa na Segunda Guerra Mundial, enfurnado num cafofo subterrâneo, tocando seu bom e velho pianinho, e com uma metralhadora no ombro. A foto tem uma porrada de detalhes: num canto, lá está um oficial nazista capturado; ao fundo, podemos ver uma revolucionária, armada, só na espreita; ao redor, armamento bélico, vinhos e outras biritas… tem até uma vaquinha ali no meio dando uma encarada na gente, hehe.
    E esse documentário já haviam me indicado, só não lembrava que era dirigido pelo Clint Eastwood. Legal, vou correr atrás. Valeu, m’ermão!
    Abração

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